9 Maio | QUINTA | 21h30
Local: Teatro da Politécnica
Cidade Autoada

O Autor
Mário de Cesariny de Vasconcelos (1923-2006) foi um grande poeta e pintor português. Formado pela Escola de Artes Decorativas António Arroio, frequentou a Academia de La Grande Chaumière em 1947, em Paris. Integrou o Grupo Surrealista de Lisboa e fundou, posteriormente, o Grupo Surrealista Dissidente. A sua escrita é marcada pelo recurso ao absurdo, à ironia e ao humor reflectidos em figuras e mitos consagrados da cultura portuguesa.

O Encenador
Rui Cabrita (1978) completou a sua formação no II Curso Técnico Profissional de Actores, Animadores e Técnicos Teatrais ministrado pela ACTA (A Companhia de Teatro do Algarve). Tem trabalhado com companhias teatrais tais como a ACTA (Faro), o AL-MaSRAH (Tavira), A Gaveta (Portimão), o TAL (Teatro Análise de Loulé), o Penedo Grande (Silves) e com várias companhias de dança, entre elas a Amalgama (Sintra), a Devir (Faro) e a Dancenema (Portimão). Fundador e dirigente do Corpo Cénico Pipempé, tem como objectivo colaborar em projectos de outras organizações e promover a participação e o enriquecimento artístico entre pares, pretendendo, deste modo, ultrapassar dificuldades estruturais no contexto actual da criação e alcançar uma maior qualidade cultural. Iniciou a sua formação no SIN-CERA, com Pedro Wilson.

Encenação, corpo cénico e direcção artística:
Rui Cabrita

Coordenação dramatúrgica:
Fernanda Cabrita

Texto:
Mário Cesariny

Interpretação:
Maria, Ângela, Élia, Tânia, Kamini, Ana, Fernanda, Portugal, Isabel, Xana, Luísa, Eduardo, Luís, Lúcia, Helena, Joana e Bruno

Convidada especial:
Cira de Luque (Espanha)

Figurinos:
Ângela Lourenço

Imagem e adereços:
Tânia Guedelha

Sonoplastia:
António Sérgio

Pesquisa:
Raquel Ceriz

Iluminação Cénica:
Lúcio Inácio

Operação de luz:
Severine Guerreiro

Cenografia:
SATORY

Concepção:
Rui Cabrita

Estudo arquitectónico:
Rui Farinhó

Execução técnica:
Sebástian

Produção:
SIN-CERA

Direcção:
Portugal

Assistente:
Élia Ramos

Acabamentos:
António Sérgio

Cenografia viva:
Ana Covadonga